Amor, Sanidade e Liberdade

DATAS DAS TRANSMISSÕES: 11 e 12/07; 15 e 16/08; e 12 e 13/09

Aulas on-line com transmissão ao vivo. Acesso de 12 meses na Plataforma de Estudos C.I.

HORÁRIO: Das 10:00 às 17:00

 

PROGRAMA

 

» O Amor

  • O amor como base de todas as emoções humanas
  • O amor como a realidade que predispõe o homem a alcançar sua própria excelência
  • O amor como complacência no bem
  • O amor como caminho ascendente gradativo rumo à liberdade
  • Fora do amor só existe inquietude (física, psíquica e espiritual)
  • O amor é certa quietude do apetite (Amor est quaedam appetitus quietatio)

» Amizade: Sublime Amor

  • Inclinação afetiva recíproca
  • Disponibilidade para desenvolver a personalidade no intercâmbio amoroso
  • Forma perfeita de amor gratuito
  • Solidariedade incondicional
  • Em Aristóteles: 1. Amizade fundada no prazer; 2. Fundada no interesse; 3. Fundada nos bens morais (Ética a Nicômaco, 1156b, 7)
  • Em Tomás de Aquino: Amor recíproco entre os semelhantes (II-II, q. 25)
  • A amizade se distingue do amor: Nem todo amor pode chamar-se “amizade” (II-II, 25)
  • A caridade se distingue da amizade pelo objeto amado: Deus
  • A caridade – amizade do homem a Deus – se manifesta na obediência amorosa

» Apetite Corpóreo e Amor

  • O corpo como sede ontológica das pré-disposições amorosas
  • Consciência corpórea
  • Os temperamentos: tendências radicais para distintos tipos de amor

» O gozo como paixão da alma

Essencial

  • Corpóreo (simples deleito):
    a) Fisiológica: Tato, Paladar e Olfato
    b) Psicológica: Visão e Audição – sentidos que mais afetam a imaginação

Inteligível

  • Fruição
    a) Pura (na ordem natural e na sobrenatural)
    b) Mista (inteligível e sensorial [interna])

Acidental

a) Em conformidade com a natureza
1. Normal
2. Anormal ou patológica

b) Quanto ao tempo de duração
1. Diuturna
2. Momentânea

Moral

a) Verdadeira, boa, honesta e moderada
b) Falsa, má, desonesta e imoderada

» Causas do Gozo

  • Operação (a consecução do bem e o satisfação de se entrar na posse dele)
  • O movimento
  • A esperança e a memória
  • A tristeza (enquanto memória de algo passado)
  • As ações de terceiros
  • O fazer bem a outros
  • A semelhança
  • A admiração

Efeitos

1. A dilatação do ânimo
2. A sede ou desejo de si mesmo
3. Certa obliteração da razão

» Vontade e Amor

  • O modo próprio de operar da vontade humana
  • Os distintos atos da vontade
  • A escolha como manifestação de um estado da alma
  • A subida contemplativa pelas virtudes
  • Amor: liberdade máxima da vontade

» Inteligência e Amor

  • O conhecimento como condição prévia do amor
  • Conhecimento sensitivo (“actus alicuius corporei organi”): todas as potências orgânicas levam à intelecção do singular
  • Conhecimento intelectivo: abstração que leva à intelecção do universal

» Sanidade

  • O equilíbrio possível pela aquisição das 4 virtudes cardeais

> A Prudência e suas partes
> A Justiça e suas partes
> A Fortaleza e suas partes
> A Temperança e suas partes

O sofrimento como necessário para a aquisição das virtudes

» Inteligência e Vontade no Amor

  • Nos atos propriamente humanos o homem é senhor do que faz, pois estatui o padrão da ação
  • São atos que se exercem livremente, com colaboração da vontade e da inteligência
  • São atos imperados por essas duas potências
  • São atos intencionais
  • São atos intrinsecamente morais

» Atos próprios da Vontade

a) Com Respeito ao Fim

  • A simples volição
  • O motivo
  • O modo de moção
  • A fruição
  • A intenção

b) Com Respeito aos Meios

  • A Escolha:
    1. Em si mesma
    2. Na deliberação prudente
  • O consentimento
  • O uso

» Atos imperados

  • O império em si mesmo

» Livre-arbítrio, Liberdade e Amor

  • O livre-arbítrio como faculdade de escolha levada a cabo, em conjunto, pela inteligência e pela vontade
  • A verdade compreendida e amada: ápice da liberdade
  • O amor de benevolência como manifestação da liberdade
  • O amor a Deus como padrão da liberdade humana em Tomás de Aquino

» A humildade como pré-requisito moral do amor

  • Humildade não é timor mundanus
  • Humildade não é aceitar o mal
  • Humildade requer magnanimidade
  • A humildade é o ver-se pequeno sem o qual o amor é impossível

 

Professor: Sidney Silveira
Coordenação: Nina Paula Rocha

Público-alvo: Psicólogos, Psiquiatras, Terapeutas, Pedagogos, Estudiosos de Filosofia e demais interessados.

Informações: (21) 99701-7570

Link de compra: https://cursos.contraimpugnantes.com.br/curso/tomas-de-aquino-psicologo-medieval-para-todos-os-tempos-parte-2/